Oi gente, quer saber tudo que eu faço, onde vou, onde fui, a próxima coisa que vou fazer?
Então se quer saber tudo da minha vida pessoal, acesse diariamente meu weblog pessoal. Todos podem ficar sabendo de mim agora. O seu titulo é Mateus Gabriel que é o meu nome!
Clique no nome aqui para ir para o meu blog pessoal.
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Aqui a noticia chega em primeira mão para vocês ficarem bem informado e sobre idolos da música nacional e internacional. Steve Jobs - 1955 - 2011 < Homenagem da equipe Tv e Internet a o fundador a Apple Steve Jobs.
Termos dos Comentários. Importante!
Atenção! Em comentários postados pelos leitores deste blog não serão permitidos nenhum tipo de intimidação ou ofensa a outros leitores!
Pessoas que costumam postar comentários com os tipos a seguir: Palavrões, comentários ofensivos ou qualquer outro tipo de desacordo com esse texto por você(s) (leitores) lido.
A equipe do Tv e Internet agradece!
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Silvio Santos e suas "piadinhas"
O proprietário da SBT, Silvio Santos tem lá no seu programa aos domingos suas tais "piadinhas" ou podemos dizer brincadeiras com seus colegas de trabalho; principalmente quando se trata de Lívia Andrade. Uma das polemicas aconteceu quando Silvio Santos chamou Lívia Andrade de "bagulho" no seu programa do dia 09/10/2011.
Mas como mostramos bagulho pode ser um objeto de Roubo ou furto e/ou uma coisa emprestável. Será dessa vez só mais uma "piadinha" de Silvio Santos ou dessa vez ele quis insinuar que Lívia Andrade seria mesmo um "bagulho".
O que Lívia Andrade achou de Silvio Santos a chamar de bagulho?
Vaca leiteira, peituda, galinha e gorda são alguns dos adjetivos atribuídos à assistente de palco Lívia Andrade por seu patrão, Silvio Santos. A relação de amor e ódio dos dois vai ao ar aos domingos, no quadro ‘Jogo dos Pontinhos’, do programa do dono do SBT.
Será mesmo só uma brincadeira?
Mas como mostramos bagulho pode ser um objeto de Roubo ou furto e/ou uma coisa emprestável. Será dessa vez só mais uma "piadinha" de Silvio Santos ou dessa vez ele quis insinuar que Lívia Andrade seria mesmo um "bagulho".
O que Lívia Andrade achou de Silvio Santos a chamar de bagulho?
Vaca leiteira, peituda, galinha e gorda são alguns dos adjetivos atribuídos à assistente de palco Lívia Andrade por seu patrão, Silvio Santos. A relação de amor e ódio dos dois vai ao ar aos domingos, no quadro ‘Jogo dos Pontinhos’, do programa do dono do SBT.
Será mesmo só uma brincadeira?
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Recuperada, Demi Lovato agradece amiga
Socialite Kim Kardashian a ajudou durante o tratamento contra distúrbio alimentar.
Quando Demi foi parar na rehab, em outubro do ano passado, Kim estava lá por ela. Agora recuperada, a cantora agradece a amiga por ter estado tão presente: “Algumas pessoas são suas amigas só pelo Twitter ou por mensagem de textos no celular. Mas algumas que estão realmente ao meu lado e estiveram comigo quando fui procurar tratamento. Kim e Selena Gomez estavam comigo o tempo todo. Elas significam muito para mim hoje”, disse ela.
Três Telas para o Exercício da Cidadania – TV Cultura, TV Futura e TV Brasil
A s televisões abertas estão em crise, sejam as privadas, com finalidades comerciais, sejam as públicas, com finalidades sociais. Seria uma temeridade pretender fazer um diagnóstico definitivo dessa crise, mas alguns indícios podem ser detectados, como alguns caminhos podem ser perseguidos. Da mesma forma, precisamos nos indagar sobre o retorno que essas televisões proporcionam à sociedade que as sustenta.
Há um esgotamento dos conteúdos televisivos. O espetáculo da violência, da sexualidade e da perversão mental, ingrediente da dramaturgia e do noticiário da maioria das televisões, já não produz os efeitos midiáticos desejados. A busca de novos formatos é perseguida por televisões nacionais que disputam audiência com a tv Globo, mas as audiências continuam caindo. A decantada alta audiência das televisões comerciais reduz-se aos telejornais, à dramaturgia e aos programas ao vivo de auditório ou estúdio. O resto, 70% da programação, fica entre meio e cinco por cento, durante todo o dia. Interessante é que somente os jornais de televisão conseguem uma estabilidade de audiência. Da mesma forma, as televisões públicas, incomodadas com baixíssimas audiências, caem na tentação de buscar soluções mercadológicas para problemas de outra natureza.
Nesse contexto, é interessante avaliar a posição e o papel das televisões públicas, no que se refere à transmissão eletrônica de massa.
As televisões comerciais buscam um engajamento afetivo do público telespectador e se afastam do engajamento cognitivo, próprio das televisões públicas. Sob essas duas perspectivas, a de promover entretenimento e a de promover conhecimento, as televisões buscam corresponder, respectivamente, aos anseios do mesmo público telespectador.
Audiências
No difícil quesito da audiência, as televisões públicas participam hoje com modestos índices. Contudo, gozam de uma enorme aprovação da sociedade e seus programas são considerados de grande significado educativo e cultural. A questão da audiência, medida pelo Ibope, incomoda seus dirigentes e patrocinadores, ainda que o Ibope seja um instrumento precário de avaliação, pois só abrange o universo metropolitano de São Paulo, conceitualmente voltado para a avaliação de potencial de mercado. Assim, a audiência das televisões públicas deve ser aferida a partir de outros critérios. Não me furto a abrir essa polêmica.
A televisão comercial vende audiência, não vende programação. Por isso mesmo, busca a conquista de uma audiência universal, o que significa todos, o tempo todo, ao mesmo tempo.
A televisão pública vende programação, por isso, busca universos de audiência, em função do público que busca e da programação que propõe. Na televisão comercial, tudo se baseia no entretenimento e na dramatização da informação.
À exclusão do horário nobre, a audiência das televisões, inclusive das comerciais, é muito baixa, variando de 0,5 a 5 pontos. Assim, o grande espaço disponível para a televisão pública é dos horários fora das programações noturnas (novelas, jornais, auditórios, seriados e filmes) das comerciais. Crianças, mulheres com serviços caseiros, adultos velhos e meninas constituem esse público, pois os meninos já não assistem televisão, mais interessados na rua do que nos espaços domésticos, nos veículos alternativos do que nos veículos convencionais.
As médias anuais de televisão no Brasil também não são altas. A tv Globo tem uma média anual de 27%, a Record, de 15%, o sbt, de 12,03%, a Bandeirantes, de 2,3% e a tv Brasil, de 0,40%.
Há mais gente comprando e consumindo, no Brasil, do que praticando a cidadania, e isso é evidente.
Há ainda fatores históricos, tecnológicos e conjunturais. Desde a queda das Torres por ato terrorista, fator muito ampliado pela crise econômica de 2008 e pelas decorrentes incertezas financeiras e políticas, a audiência das televisões caiu muito e, por consequência, a publicidade. A concorrência ficou mais acirrada entre as comerciais, com o consequente rebaixamento da qualidade das produções. Acrescente-se a esse fator a presença crescente e avassaladora da internet no hábito das famílias, desde as crianças de cinco anos até os aposentados.
Esses fatores produziram uma guerra entre as televisões comerciais, consolidadas e as emergentes, principalmente a Globo, o sbt e a Record.
Além da programação noturna e dos fins de semana buscarem todos os meios de sedução afetiva de uma audiência universal, a tarde se encheu de reprises sedutoras e a programação infantil, boa ou violenta, foi adotada em quase todas as televisões abertas comerciais.
A televisão pública, na instabilidade dos seus orçamentos, além desse fator, teve de enfrentar a presença maciça de programação infantil nas emissoras a cabo, concorrente direta desse tipo de programação e de um razoável jornalismo de informação, com debates que eram exclusividade das televisões públicas.
Criou-se assim um cenário negativo. Uma televisão pública enfrentando uma enorme concorrência. Uma televisão pública pouco compreendida pelo poder público. Uma televisão pública prioritariamente prejudicada pelo ajuste fiscal do Estado.
Sustentada pela sociedade e pelo governo, a televisão pública tem o dever de uma boa governança, de transparência, de programação de qualidade, de retorno de audiência. E isso tudo custa muito dinheiro. Precisa de audiência, mas não pode perder o
seu caráter nem desviar-se de sua missão. Mas vive com a tentação de imitar a televisão comercial, de ótimo nível técnico no Brasil.
Produção
A tv Futura tem uma estrutura enxuta de produção, 150 funcionários, e realiza uma produção cooperativa com diversos centros de elaboração de conhecimento, público-privados, comunitários e redes sociais. Esse formato, que conta com apoio logístico da Globo, é extremamente econômico e tentador. Mas não pode servir de modelo para as televisões públicas nacionais e estaduais, que precisam manter estruturas muito maiores de produção própria, coproduções e, principalmente, os telejornais que a Futura não transmite nem produz.
A tv Brasil, além da produção própria e transmissão de produções nacionais, inclusive da tv Cultura, busca a terceirização, com produções de caráter nacional e regional, patrocinadas a partir de projetos e mesmo seleções concursadas de produtos televisivos. Precisa de uma ampla estrutura de produção, pois produz em diversas regiões do país para manter seu caráter nacional.
A tv Cultura, em sua gestão atual, quer uma produção reduzida, econômica, que propicie uma programação atraente, com capacidade de concorrência, e acredita na terceirização, a partir da compra de bons produtos de outras televisões (internacionais), de parcerias produtivas e de produção própria. Contudo, com uma vocação acentuada de produção infantil, com uma produção jornalística ampla e diversificada e para manter a tradição de uma emissora produtora de documentários, torna-se muito difícil a tarefa de redução de estrutura, embora algumas racionalizações administrativas já tenham sido implantadas.
Em minha opinião, a única coisa que as televisões públicas não devem, sobretudo na programação, é querer igualar ou imitar as televisões comerciais. Trata-se de televisões criadas para ter programações alternativas. A televisão comercial, bem mais antiga do que a pública, possui qualidade técnica e interesses diversos. A televisão pública foi criada como alternativa, para fazer uma programação capaz de formar criticamente o telespectador para o exercício da cidadania, além de contribuir para a formação educacional da população, desenvolvendo as capacidades básicas da criança, do jovem, do trabalhador e de toda a família, como afirmam as diversas definições de missão, já consagradas. E isso não tem nada a ver com a programação da televisão comercial, basicamente voltada para o entretenimento e sedução afetiva, a qualquer preço, do telespectador.
Outra observação que tiro das avaliações dessas três televisões é a necessidade de manter a estabilidade da programação, para habituar o público com a linguagem, o hábito e a permanência da programação.
Melhorar sempre o que se tem. Inovar na faixa. Não inventar uma televisão a cada mês ou cada mandato. Insistir na boa informação, posto que o homem contemporâneo é, paradoxalmente, muito mal informado. E, por fim, buscar mais interatividade, utensílio pobremente usado pela televisão, apesar da digitalização.
Há um esgotamento dos conteúdos televisivos. O espetáculo da violência, da sexualidade e da perversão mental, ingrediente da dramaturgia e do noticiário da maioria das televisões, já não produz os efeitos midiáticos desejados. A busca de novos formatos é perseguida por televisões nacionais que disputam audiência com a tv Globo, mas as audiências continuam caindo. A decantada alta audiência das televisões comerciais reduz-se aos telejornais, à dramaturgia e aos programas ao vivo de auditório ou estúdio. O resto, 70% da programação, fica entre meio e cinco por cento, durante todo o dia. Interessante é que somente os jornais de televisão conseguem uma estabilidade de audiência. Da mesma forma, as televisões públicas, incomodadas com baixíssimas audiências, caem na tentação de buscar soluções mercadológicas para problemas de outra natureza.
Nesse contexto, é interessante avaliar a posição e o papel das televisões públicas, no que se refere à transmissão eletrônica de massa.
As televisões comerciais buscam um engajamento afetivo do público telespectador e se afastam do engajamento cognitivo, próprio das televisões públicas. Sob essas duas perspectivas, a de promover entretenimento e a de promover conhecimento, as televisões buscam corresponder, respectivamente, aos anseios do mesmo público telespectador.
Audiências
No difícil quesito da audiência, as televisões públicas participam hoje com modestos índices. Contudo, gozam de uma enorme aprovação da sociedade e seus programas são considerados de grande significado educativo e cultural. A questão da audiência, medida pelo Ibope, incomoda seus dirigentes e patrocinadores, ainda que o Ibope seja um instrumento precário de avaliação, pois só abrange o universo metropolitano de São Paulo, conceitualmente voltado para a avaliação de potencial de mercado. Assim, a audiência das televisões públicas deve ser aferida a partir de outros critérios. Não me furto a abrir essa polêmica.
A televisão comercial vende audiência, não vende programação. Por isso mesmo, busca a conquista de uma audiência universal, o que significa todos, o tempo todo, ao mesmo tempo.
A televisão pública vende programação, por isso, busca universos de audiência, em função do público que busca e da programação que propõe. Na televisão comercial, tudo se baseia no entretenimento e na dramatização da informação.
À exclusão do horário nobre, a audiência das televisões, inclusive das comerciais, é muito baixa, variando de 0,5 a 5 pontos. Assim, o grande espaço disponível para a televisão pública é dos horários fora das programações noturnas (novelas, jornais, auditórios, seriados e filmes) das comerciais. Crianças, mulheres com serviços caseiros, adultos velhos e meninas constituem esse público, pois os meninos já não assistem televisão, mais interessados na rua do que nos espaços domésticos, nos veículos alternativos do que nos veículos convencionais.
As médias anuais de televisão no Brasil também não são altas. A tv Globo tem uma média anual de 27%, a Record, de 15%, o sbt, de 12,03%, a Bandeirantes, de 2,3% e a tv Brasil, de 0,40%.
Há mais gente comprando e consumindo, no Brasil, do que praticando a cidadania, e isso é evidente.
Há ainda fatores históricos, tecnológicos e conjunturais. Desde a queda das Torres por ato terrorista, fator muito ampliado pela crise econômica de 2008 e pelas decorrentes incertezas financeiras e políticas, a audiência das televisões caiu muito e, por consequência, a publicidade. A concorrência ficou mais acirrada entre as comerciais, com o consequente rebaixamento da qualidade das produções. Acrescente-se a esse fator a presença crescente e avassaladora da internet no hábito das famílias, desde as crianças de cinco anos até os aposentados.
Esses fatores produziram uma guerra entre as televisões comerciais, consolidadas e as emergentes, principalmente a Globo, o sbt e a Record.
Além da programação noturna e dos fins de semana buscarem todos os meios de sedução afetiva de uma audiência universal, a tarde se encheu de reprises sedutoras e a programação infantil, boa ou violenta, foi adotada em quase todas as televisões abertas comerciais.
A televisão pública, na instabilidade dos seus orçamentos, além desse fator, teve de enfrentar a presença maciça de programação infantil nas emissoras a cabo, concorrente direta desse tipo de programação e de um razoável jornalismo de informação, com debates que eram exclusividade das televisões públicas.
Criou-se assim um cenário negativo. Uma televisão pública enfrentando uma enorme concorrência. Uma televisão pública pouco compreendida pelo poder público. Uma televisão pública prioritariamente prejudicada pelo ajuste fiscal do Estado.
Sustentada pela sociedade e pelo governo, a televisão pública tem o dever de uma boa governança, de transparência, de programação de qualidade, de retorno de audiência. E isso tudo custa muito dinheiro. Precisa de audiência, mas não pode perder o
seu caráter nem desviar-se de sua missão. Mas vive com a tentação de imitar a televisão comercial, de ótimo nível técnico no Brasil.
Produção
A tv Futura tem uma estrutura enxuta de produção, 150 funcionários, e realiza uma produção cooperativa com diversos centros de elaboração de conhecimento, público-privados, comunitários e redes sociais. Esse formato, que conta com apoio logístico da Globo, é extremamente econômico e tentador. Mas não pode servir de modelo para as televisões públicas nacionais e estaduais, que precisam manter estruturas muito maiores de produção própria, coproduções e, principalmente, os telejornais que a Futura não transmite nem produz.
A tv Brasil, além da produção própria e transmissão de produções nacionais, inclusive da tv Cultura, busca a terceirização, com produções de caráter nacional e regional, patrocinadas a partir de projetos e mesmo seleções concursadas de produtos televisivos. Precisa de uma ampla estrutura de produção, pois produz em diversas regiões do país para manter seu caráter nacional.
A tv Cultura, em sua gestão atual, quer uma produção reduzida, econômica, que propicie uma programação atraente, com capacidade de concorrência, e acredita na terceirização, a partir da compra de bons produtos de outras televisões (internacionais), de parcerias produtivas e de produção própria. Contudo, com uma vocação acentuada de produção infantil, com uma produção jornalística ampla e diversificada e para manter a tradição de uma emissora produtora de documentários, torna-se muito difícil a tarefa de redução de estrutura, embora algumas racionalizações administrativas já tenham sido implantadas.
Em minha opinião, a única coisa que as televisões públicas não devem, sobretudo na programação, é querer igualar ou imitar as televisões comerciais. Trata-se de televisões criadas para ter programações alternativas. A televisão comercial, bem mais antiga do que a pública, possui qualidade técnica e interesses diversos. A televisão pública foi criada como alternativa, para fazer uma programação capaz de formar criticamente o telespectador para o exercício da cidadania, além de contribuir para a formação educacional da população, desenvolvendo as capacidades básicas da criança, do jovem, do trabalhador e de toda a família, como afirmam as diversas definições de missão, já consagradas. E isso não tem nada a ver com a programação da televisão comercial, basicamente voltada para o entretenimento e sedução afetiva, a qualquer preço, do telespectador.
Outra observação que tiro das avaliações dessas três televisões é a necessidade de manter a estabilidade da programação, para habituar o público com a linguagem, o hábito e a permanência da programação.
Melhorar sempre o que se tem. Inovar na faixa. Não inventar uma televisão a cada mês ou cada mandato. Insistir na boa informação, posto que o homem contemporâneo é, paradoxalmente, muito mal informado. E, por fim, buscar mais interatividade, utensílio pobremente usado pela televisão, apesar da digitalização.
Microsoft vende Windows 7 por US$ 3 ao governo de Goiás
Acordo prevê que os programas Microsoft Windows 7 Professional e Microsoft Office Home & Student 2010 possam ser adquiridos pelo Estado de Goiás pelo valor simbólico de US$ 3
São Paulo - O Governo do Estado de Goiás e a Microsoft assinaram hoje, em Goiânia, um protocolo de intenções a fim de promover a inclusão digital de estudantes e professores do Ensino Básico das escolas públicas do Estado.
Por meio do protocolo os gestores das escolas também terão acesso a diversos conteúdos pedagógicos, incluindo atividades previamente desenvolvidas para sala de aula. Além disso, alunos e educadores aprenderão a manusear programas amplamente utilizados no mercado de trabalho. Serão ainda disponibilizados serviços on-line gratuitos de e-mail com domínio definido pelo próprio Estado de Goiás.
A Microsoft oferecerá também ao Estado a coordenação do programa Shape the Future, cujo objetivo é desenvolver alianças público-privadas e modelos sustentáveis de acesso a PCs.
No escopo do protocolo está prevista, também, a realização do programa Microsoft Parceiros na Aprendizagem que visa, sobretudo, formar educadores. Com oito anos de existência, o programa já capacitou mais de 8,5 mil professores da rede pública em 114 países.
Trata-se do primeiro acordo no País do Microsoft Student Innovation Suite (MSIS), programa especial da Microsoft que incentiva a inclusão digital de estudantes de escolas públicas. O programa foi lançado pelo próprio Bill Gates e oferece um pacote de softwares apenas para governos devidamente qualificados.
A intenção do MSIS é disponibilizar software com qualidade e segurança a um preço reduzido. O acordo prevê que os programas Microsoft Windows 7 Professional e Microsoft Office Home & Student 2010 possam ser adquiridos pelo Estado de Goiás pelo valor simbólico de US$ 3 por máquina.Por meio do protocolo os gestores das escolas também terão acesso a diversos conteúdos pedagógicos, incluindo atividades previamente desenvolvidas para sala de aula. Além disso, alunos e educadores aprenderão a manusear programas amplamente utilizados no mercado de trabalho. Serão ainda disponibilizados serviços on-line gratuitos de e-mail com domínio definido pelo próprio Estado de Goiás.
A Microsoft oferecerá também ao Estado a coordenação do programa Shape the Future, cujo objetivo é desenvolver alianças público-privadas e modelos sustentáveis de acesso a PCs.
No escopo do protocolo está prevista, também, a realização do programa Microsoft Parceiros na Aprendizagem que visa, sobretudo, formar educadores. Com oito anos de existência, o programa já capacitou mais de 8,5 mil professores da rede pública em 114 países.
MAC Apresenta "modernismos" no Brasil
A mostra conta com 150 obras nacionais e internacionais que apresentam as várias vertentes da arte produzida no período.
O Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP) recebe a mostra "Modernismos no Brasil", com 150 obras nacionais e internacionais que apresentam as várias vertentes da arte produzida no período. A exposição fica aberta para visitação de terça a domingo das 10 às 18 horas, na unidade Ibirapuera, até o dia 29 de janeiro de 2012. A entrada é gratuita.
O intuito é discutir a existência de apenas um modernismo brasileiro e apresentar as várias vertentes da produção artística daquela época. "O objetivo da mostra Modernismos no Brasil é apresentar o 'Modernismo Brasileiro' (1917-1948) a partir de uma postura que problematize a visão cristalizada da arte produzida no país durante o período. Neste sentido a mostra se adequa aos estudos recentes que buscam desconstruir ou pelo menos atenuar a visão ainda hegemônica, como aquela presente no livro De Anita ao Museu", explica Tadeu Chiarelli, curador.
Dividida em cinco blocos, a instalação conta com obras de Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Flávio de Carvalho, Di Cavalcanti, Paul Klee, Pablo Picasso, Giorgio De Chirico, Maria Martins, Giorgio Morandi, Iberê Camargo, Tomie Ohtake, Wassily Kandinsky, Fernand Léger, Victor Brecheret, Antônio Gomide, Henri Matisse, Alfredo Volpi, Alexander Calder, Max Bill, Lygia Clark, Marc Chagall, Ismael Nery, Lasar Segall e muitos outros.
O intuito é discutir a existência de apenas um modernismo brasileiro e apresentar as várias vertentes da produção artística daquela época. "O objetivo da mostra Modernismos no Brasil é apresentar o 'Modernismo Brasileiro' (1917-1948) a partir de uma postura que problematize a visão cristalizada da arte produzida no país durante o período. Neste sentido a mostra se adequa aos estudos recentes que buscam desconstruir ou pelo menos atenuar a visão ainda hegemônica, como aquela presente no livro De Anita ao Museu", explica Tadeu Chiarelli, curador.
Dividida em cinco blocos, a instalação conta com obras de Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Flávio de Carvalho, Di Cavalcanti, Paul Klee, Pablo Picasso, Giorgio De Chirico, Maria Martins, Giorgio Morandi, Iberê Camargo, Tomie Ohtake, Wassily Kandinsky, Fernand Léger, Victor Brecheret, Antônio Gomide, Henri Matisse, Alfredo Volpi, Alexander Calder, Max Bill, Lygia Clark, Marc Chagall, Ismael Nery, Lasar Segall e muitos outros.
Biografia de Steve Jobs deve virar filme! Leia!
A biografia do fundador da Apple Steve Jobs deve virar um filme de acordo com a Revista norte-americana Entertainment Weekly publicada pela Time Inc.
Ninguém teve acesso a biografia oficial de Steve Jobs. Com certeza tem muita gente anciosa para conhecer a biografia e futuramente o filme que entrará provalvelmente nas telas dos cinemas de todo o mundo.
Por que sem Steve Jobs ninguém teria tamanha tecnologia quanto temos hoje em dia nas nossas casas.
Ninguém teve acesso a biografia oficial de Steve Jobs. Com certeza tem muita gente anciosa para conhecer a biografia e futuramente o filme que entrará provalvelmente nas telas dos cinemas de todo o mundo.
Por que sem Steve Jobs ninguém teria tamanha tecnologia quanto temos hoje em dia nas nossas casas.
domingo, 9 de outubro de 2011
Tv e Internet homenageia Steve Jobs fundador da Apple
O nosso blog homenageia um dos maiores gênios da Tecnologia! Steve Jobs, fundador e criador da Apple maior rival da Microsoft e da Google.
Veja no nosso logo um pequeno nome (Steve Jobs - 1955- 2011).
Veja no nosso logo um pequeno nome (Steve Jobs - 1955- 2011).
21 Horas para votar!
Olá galera! Se lembram da primeira enquete do blog? Então! Temos somente 21 Horas para voar nela! Aproveitem e vote!!
Qual é a melhor novela rebelde?
Qual é a melhor novela rebelde?
Poderemos ter novas parcerias!
Olá gente, estamos trabalhando muitíssimo neste blog e não temos rivalidade com qualquer outro blog.
No entanto estamos tentando procurar parcerias e acho que estamos em alta. Não sabe por quê? Ah! É porque estamos entrando não como uma "parceria" mais vamos publicar (podemos dizer assim) gratuitamente o site da empresa MASPA. A Maspa é uma empresa de Design e Webmaster (onde se faz logomarcas e site com hospedagem .com.br) iremos publicar gratuitamente o site e isso pode nos trazer muitos acessos, pois a Maspa é muito conhecida!
Voltaremos com mais informações em breve. Se quiser visitar o site da Maspa esta na página: Em breve...!
No entanto estamos tentando procurar parcerias e acho que estamos em alta. Não sabe por quê? Ah! É porque estamos entrando não como uma "parceria" mais vamos publicar (podemos dizer assim) gratuitamente o site da empresa MASPA. A Maspa é uma empresa de Design e Webmaster (onde se faz logomarcas e site com hospedagem .com.br) iremos publicar gratuitamente o site e isso pode nos trazer muitos acessos, pois a Maspa é muito conhecida!
Voltaremos com mais informações em breve. Se quiser visitar o site da Maspa esta na página: Em breve...!
Saúde
Uma reportagem de capa da revista Veja que destacava os supostos efeitos de um emagrecedor foi contestada pela vigilância sanitária. O Victoza, indicado para portadores do diabetes, foi apresentado como um "milagre". Mas a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) afirmou em nota que o uso do medicamento como emagrecedor "caracteriza elevado risco sanitário para a saúde da população".
A agência afirma que nos estudos clínicos do medicamento foram relatados eventos colaterais, sendo os mais frequentes “hipoglicemia, dores de cabeça, náusea e diarreia”.
- Além destes eventos destacam-se outros riscos, tais como: pancreatite, desidratação e alteração da função renal e da tireoide.
- Além destes eventos destacam-se outros riscos, tais como: pancreatite, desidratação e alteração da função renal e da tireoide.
A corrida pela compra do remédio fez com ele desaparecesse de muitas farmácias, fazendo falta para as pessoas que realmente precisam dele, os portadores de diabetes, informou ontem o jornal Folha de S.Paulo. Médicos relatam que boa parte dos seus pacientes não consegue encontrar o Victoza, que custa cerca de R$ 400.
Veja publica mentiras para tentar salvar a Editora Abril
Especialistas falam sobre crise de credibilidade que afeta empresa da família Civita
A credibilidade da revista Veja, que nas últimas semanas iniciou uma série de ataques à Rede Record e a seu proprietário, o bispo Edir Macedo, é posta em dúvida por jornalistas, professores de comunicação e leitores.
Com acusações falsas e erros repetidos, a publicação vem promovendo uma campanha para tentar atacar a emissora, mas repete as mesmas insinuações de sempre: crise financeira, divisões no alto comando da Record, denúncias antigas de alguns promotores já esclarecidas pela Justiça.
As mentiras da Veja comprovam uma das maiores crises de credibilidade pelas quais já passou a revista do empresário Roberto Civita.
Quem já trabalhou na publicação sabe que lá existe uma grave crise. Em um artigo publicado no Observatório da Imprensa, um dos mais respeitados sites da área de mídia do Brasil, o jornalista Luciano Martins Costa pergunta: "Para onde vai a Editora Abril?"
Costa, que hoje escreve uma coluna no diário Brasil Econômico e é autor de livros sobre jornalismo, trabalhou na Veja e estranha o fato de a família Civita ter acabado de contratar um banqueiro, o ex-presidente do Santander Fábio Barbosa, para presidir o grupo. Por trás da mudança de comando, pode haver uma tentativa de estancar uma crise financeira que atinge em cheio a empresa.
A credibilidade da revista Veja, que nas últimas semanas iniciou uma série de ataques à Rede Record e a seu proprietário, o bispo Edir Macedo, é posta em dúvida por jornalistas, professores de comunicação e leitores.
Com acusações falsas e erros repetidos, a publicação vem promovendo uma campanha para tentar atacar a emissora, mas repete as mesmas insinuações de sempre: crise financeira, divisões no alto comando da Record, denúncias antigas de alguns promotores já esclarecidas pela Justiça.
As mentiras da Veja comprovam uma das maiores crises de credibilidade pelas quais já passou a revista do empresário Roberto Civita.
Quem já trabalhou na publicação sabe que lá existe uma grave crise. Em um artigo publicado no Observatório da Imprensa, um dos mais respeitados sites da área de mídia do Brasil, o jornalista Luciano Martins Costa pergunta: "Para onde vai a Editora Abril?"
Costa, que hoje escreve uma coluna no diário Brasil Econômico e é autor de livros sobre jornalismo, trabalhou na Veja e estranha o fato de a família Civita ter acabado de contratar um banqueiro, o ex-presidente do Santander Fábio Barbosa, para presidir o grupo. Por trás da mudança de comando, pode haver uma tentativa de estancar uma crise financeira que atinge em cheio a empresa.
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